A loucura nas mídias digitais!

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É com muita alegria que anunciamos a chegada do filme A Loucura Entre Nós nas lojas digitais. O que isso significa? Que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, pode alugar ou comprar o documentário e assistir quando quiser, no seu computador, tablet ou até mesmo no celular!

Na loja do iTunes A loucura entre nós já está na categoria HOT THIS WEEK! Lá é possível alugar o filme em um Mac ou PC (com a versão mais recente do iTunes), um iPhone, iPad ou iPod touch (com a versão mais recente do iOS) e um Apple TV (com a versão mais recente do tvOS).

Nosso filme está disponível também na Google Play e no Vimeo on demand! Então, agora é só optar pelo melhor dispositivo para sua necessidade e ter acesso imediato ao filme de Fernanda Fontes Vareille:

iTunes / Google Play / Vimeo on demand

A loucura em Porto Alegre

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A loucura entre nós integra a mostra de cinema brasileiro que o Santander Cultural promove em Porto Alegre! Com uma vasta programação, o Cine Santander oferece ingressos a apenas R$ 10,00, sendo que estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada. Já funcionários e clientes Santander têm entrada franca!

A loucura entre nós será exibido em dias e horários distintos. Tome nota:

5 de feveveiro, domingo – 15h
14 de feveveiro, terça – 17h
18 de fevereiro, sábado – 19h

Ingressos antecipados podem ser adquiridos na bilheteria do Santander Cultural e pelo site MyTicket, nesse link. O Cine Santander fica Rua 7 de Setembro, 1028 – Centro Histórico, Porto Alegre (Tel: 51.3287-5500).

A loucura no Canal Brasil

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O Canal Brasil já está exibindo em rede nacional o filme A loucura entre nós!  Para quem não conseguiu ver no cinema, essa é uma ótima oportunidade de conferir a obra dirigida por Fernanda Fontes Vareille! Confira as datas:

Dia 27/01 /2017 – Às 22h30, para as regiões com horário de verão. Nos demais estados, às 21h30.
Dia 31/01/2017 – às 19h25, para as regiões com horário de verão. Nos demais estados, às 18h25.
Dia 10/02/2017 – às 7h, para as regiões com horário de verão. Nos demais estados, às 6h.

Quem tem conta em alguma operadora de tv por assinatura, pode assistir também pela internet, nesse link.

Comentários no Filmow!

O Filmow é uma grande rede social que tem como objetivo unir fãs de cinema, compartilhar opiniões sobre filmes e permitir que seus participantes descubram novas obras e diretores. Totalmente gratuito, qualquer pessoa pode se cadastrar e sair usando o Filmow.

A loucura entre nós está reunindo cada vez mais comentários positivos do público no Filmow, o que vem garantindo uma excelente média de avaliação dos nossos críticos mais importantes: O público!

Você já fez o seu comentário sobre A loucura entre nós? Entre lá e participe dessa rede!

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Crítica do “Dirty Movies”

O site Dirty Movies (“filmes sujos”) descreve-se como uma “plataforma para o cinema provocador” e defende que o cinema deve provocar o espectador, deixando-o sem palavras e sem fôlego! Assim, dedica-se a analisar filmes que podem mudar a forma como o público percebe e se relaciona com o mundo. São o que eles chamam de “filmes sujos”!

A loucura entre nós recebeu a classificação de “Greasy movie” (“filme gorduroso”), com três manchas de lama dada pelo site!

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Nós ficamos bem orgulhosos e resolvemos traduzir aqui a crítica feita ao documentário, do escritor Victor Fraga, brasileiro que vive em Londres e com mais de 15 anos de envolvimento na indústria cinematográfica:

Além de Jekyll e Hyde: Documentário brasileiro altamente feminino e terno rompe os mitos da insanidade, ajudando a eliminar o estigma das pessoas que vivem com problemas de saúde mental.

“Eles dizem que eu sou lento, mas eu tenho o meu próprio ritmo”, é assim que um paciente internado em uma instituição de saúde mental descreve sua própria situação. A loucura entre nós leva os espectadores a uma viagem em um hospital psiquiátrico na cidade de Salvador, no Nordeste do Brasil, bem como às vidas e aos desafios que os pacientes enfrentam quando estão fora da instituição. O filme abre com uma barreira levantada no que parece ser um parque de estacionamento na entrada da instituição. Este é um lembrete de que estamos prestes a entrar em outro mundo, mas que os limites podem ser facilmente removidos.

Os paradoxos centrais da humanidade são examinados com uma raia macia e terna: um paciente equilibra-se entre o desejo de paz e os ataques violentos incontroláveis, enquanto outro pondera sobre a urgência do trabalho e a loucura da ociosidade. Essas pessoas sofrem de leves e de graves condições de saúde mental; a maioria deles toma medicação como a fluoxetina, a fim de controlar seus balanços humor.

Muitos dos pacientes compreendem as normas sociais e os limites que os mantêm sob o controle médico em um ambiente controlado, e essa consciência pode causar enorme frustração. Uma mulher bipolar afirma que ela não é uma ameaça à segurança pública e, portanto, não deve ser trancada. Outra está de volta para casa e luta para manter sua sanidade: ela está tentando encontrar os gatilhos para seus ataques, para que possa evitá-los no futuro. Confessa que já queimou suas próprias roupas no passado.

O filme está repleto de esperança. Os pacientes costumam cantar canções com uma mensagem positiva (eles estão especialmente interessados no compositor e cantor brasileiro Caetano Veloso), e um diz que “eles são todos loucos… uns pelos outros”. Há redenção através do trabalho e das artes: alguns gostam de fazer crochê, alguns gostam de pintar, outros preferem jardinagem. Todos eles parecem encontrar satisfação e um propósito na vida através dessas atividades. O trabalho criativo parece muito libertador, talvez porque lhes permite expressar emoções que não são capazes de vocalizar.

Há também momentos perturbadores de humor, tais como a mulher bipolar que usa uma máscara ao discursar sobre seus altos e baixos em um espanhol zombeteiro. Em um ponto, outra senhora diz: “Jesus voltará em carne e osso, e matará toda a humanidade, porque nós não valemos a pena”.

A diretora Fernanda Fontes Vareille, ex-aluna do Goldsmith’s College em Londres, criou um filme tocante e altamente feminino. Não só o olhar da diretora é gentil e intuitiva, mas também a maioria das pacientes internadas são mulheres. No entanto, o filme é embalado com muitos personagens em seus relativamente curtos 76 minutos, e assim as histórias pessoais perdem-se um pouco. Às vezes é um pouco difícil ficar sob a pele dos pacientes, ou alinhavar os pedaços das sequências do filme. Ainda assim, é um tributo apropriado para pacientes com distúrbios de saúde mental, e um comentário valioso sobre a sanidade relativa de todos os outros.

 

A loucura entre nós tem sido mostrado em festivais de cinema em vários países, incluindo os EUA, Canadá, Portugal, França e seu mercado doméstico Brasil. DMovies vai manter um olho para exibições no Reino Unido e em outros lugares.

Para ler a matéria em inglês, entre aqui!

Retrospectiva do Cinema Brasileiro

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O documentário A loucura entre nós é uma das atrações da 17ª Retrospectiva do Cinema Brasileiro, que acontece durante todo o mês de dezembro no CineSesc (R. Augusta, 2075 / Tel: (11) 3087-0500), com uma programação que traz de volta para a telona os melhores filmes nacionais de 2016!

As sessões do filme dirigido por Fernanda Fontes Vareille serão nos dias 14/12 (quarta, às 21h30) e 27/12 (terça, às 13h). Os ingressos custam apenas R$ 12,00 (inteira), R$ 6,00 (meia) e R$ 3,50 (comerciários). Imperdível!!!

Para mais informações ou para comprar seu ingresso online, entre aqui.

DVD disponível nas lojas!

 

Depois de uma ansiosa espera, o DVD do filme A loucura entre nós finalmente chega ao mercado brasileiro e já pode ser adquirido presencialmente ou online em diversas lojas do país. Numa parceria com a Obra Primas do Cinema, empresa responsável pelo lançamento em DVD de filmes clássicos e de obras com temáticas especiais, nosso DVD chega ao preço médio de R$ 39,90.

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O filme já pode ser encontrado nas seguintes lojas:

2001 Video – Oficial
Livraria Cultura
DVD World
Livraria da Folha
Livraria da Travessa
Visocopy
Colecione Clássicos
Grupo Livrarias Curitiba
Saraiva
Merci Disco
E O Video Levou (para locação, em SP)
Locomotiva Discos
Cinemateca Russica
Fnac
Blooks Livraria

No caso de compras presenciais, sugerimos ligar antes para verificar se o produto já chegou na loja ou se o estoque ainda contém exemplares para serem adquiridos.

Além do filme, o DVD traz conteúdo exclusivo, que inclui uma entrevista com Fernanda Fontes Vareille (3 minutos) e outra com Dr. Marcelo Veras (10 minutos), autor do livro homônimo que inspirou o filme. Traz ainda duas grandes surpresas: um capítulo chamado “Um pouco mais de Lenor” (6 minutos), com cenas cortadas da edição final com depoimentos de Leonor, e o Curta-metragem “Deixe-me Viver” (Let me live, de 26 minutos).

Let me live (Deixe-me viver) foi dirigido por Fernanda Fontes Vareille em 2009 e  recebeu, em 2010, o prêmio do júri de Melhor Documentário no Festival de Cinema da Anistia Internacional em Paris. Let me live também foi indicado, em 2010, para os festivais Droits de L’homme, em suas duas edições realizadas em Paris e em Genebra. Gravado em território palestino, o filme retrata a resistência pacífica de jovens artistas e voluntários internacionais à presença militar de Israel na Cisjordânia.

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