Ganhe o livro A loucura entre nós!

Corredor

Quer ganhar um exemplar do livro A loucura entre nós, que inspirou a criação do nosso filme?

Então participe da promoção de estreia nos cinemas:

1.    Vá a uma das sessões de estreia do documentário em São Paulo, Rio de Janeiro ou Salvador até domingo (dia 07/08);
2.    Guarde o ingresso e faça um selfie, segurando-o;
3.    Escreva uma frase (ou comentário) que, para você, descreve o que você sentiu ao ver o filme e mande para nossa página no Facebook, acompanhada de sua foto. Você pode enviar como mensagem inbox (diretamente em nossa página) ou postar em seu próprio perfil do Facebook;
4.    Caso você decida postar em seu próprio perfil do Facebook, não se esqueça de acrescentar no final da frase: #aloucuraentrenós. Não se esqueça também de deixar sua postagem como pública, para que a gente possa vê-la e você tenha a chance de concorrer.

Serão consideradas todas as mensagens enviadas/postadas até o próximo domingo, dia 07 de agosto. A equipe do filme A loucura entre nós vai escolher cinco comentários, cujos autores receberão em suas casas um exemplar do livro acompanhado de um cartaz do filme.

Divulgaremos na terça-feira (dia 09 de agosto) os cinco vencedores. Aí entraremos em contato para pegar o endereço e enviar os prêmios pelo correio.

Só pedimos a todos que não revelem em suas frases nada que possa antecipar e/ou estragar a experiência de quem ainda não viu o filme.

Sobre o livro A loucura entre nós:

O documentário A loucura entre nós, primeiro longa metragem da diretora brasileira Fernanda Fontes Vareille, foi livremente inspirado no livro homônimo do médico psiquiatra Marcelo Veras, que, motivado pela experiência de muitos anos na direção do Hospital Juliano Moreira, em Salvador, criou uma obra onde o tema da loucura é abordado a partir da observação de campo, da teoria e da experiência clínica.

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Capa do livro escrito pelo Dr. Marcelo Veras.

No início, a reforma psiquiátrica no Brasil e a teoria lacaniana das psicoses ganham o livro. Em especial, as mudanças ocorridas com as experiências de Juliano Moreira em tratamentos open door, com os pacientes inseridos na comunidade, e não trancados em isolamento nos hospitais. Depois, também apresenta casos de pacientes com longo histórico de internações psiquiátricas, que puderam inventar novas formas de lidar com sua condição e transitar livremente pela cidade, sem que fosse preciso retornar a um hospital.

“Ele descreve um universo que me inspirou”, lembra Fernanda, para quem a ideia de realizar o documentário surgiu a partir do contato com a obra. “Mas o filme mostra o meu encontro com as pessoas”. O documentário, portanto, tem o livro do Dr. Marcelo Veras como ponto de partida para o encontro com as personagens. A verdade é que, nas duas obras, são revelados impasses, subjetividades e desafios de um tema sempre delicado, cujos “nós” nem sempre são fáceis de desatar – principalmente quando analisamos o impacto da  contemporaneidade sobre esse campo.

Como a própria obra avisa, “viver é etcétera…”

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