Críticas no XI Panorama Internacional Coisa de Cinema

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A passagem do filme A loucura entre nós no no último dia 31 de outubro, em Salvador, rendeu algumas críticas sobre a obra. Aqui, dividimos algumas com vocês:

Intenso, essa talvez seja a melhor forma de traduzir o filme de Fernanda Fontes Varielle sobre os internos do Hospital Juliano Moreira. (…) A Loucura Entre Nós não quer construir teses, nem mesmo dar respostas a quaisquer questões, tanto que não entrevista médicos, nem assistentes sociais. O documentário quer apenas dar voz a esses pacientes e mostrar que por trás do estigma de ‘loucos’, existem pessoas ali que não são necessariamente perigosas, mas trabalhadores, artistas, mães, seres humanos que são tudo isso ao mesmo tempo e algo mais.”  – Texto escrito no Portal Cine Pipoca Cult por Amanda Aouad – Crítica Afiliada à Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), doutoranda em Comunicação e Cultura Contemporânea (Poscom / UFBA) e especialista em Cinema pela UCSal. Leia a crítica na íntegra aqui.

“Os personagens reais do documentário revelam seus anseios, desejos e delírios de forma muito honesta, levando o espectador a questionar o que é a loucura e quais os impactos negativos do modelo asilar para o ‘interno’. As personagens mais fortes são as femininas que norteiam o filme de formas marcantes. (…) Essa delicadeza do universo feminino, concomitante, com a força e fibra delas é o marco da narrativa. A fotografia é crua, onde a câmera é um personagem revelador, ele inspira confiança aos depoentes que a usam como um espaço para verbalizar suas angustias, desejos e alegrias”. – Site Vozes da Voz. Leia a crítica na íntegra aqui.

Entrevista Luiz Gonzaga

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Todo mundo que trabalha com cinema sabe qual é uma das etapas mais difíceis no processo entre o surgimento da ideia original e a exibição do produto final nas telas, para o grande público: a conquista de um patrocínio! Com o filme A loucura entre nós, felizmente, essa etapa se transformou numa relação extremamente produtiva com a empresa a Petrobahia e a Carbocloro, que garantiram o investimento no documentário através do artigo 1° A da Lei 8685/93, Lei do Audiovisual.

E se a obra é o primeiro longa metragem da diretora Fernanda Fontes Vareille, representa também a estreia da Petrobahia no patrocínio do audiovisual. Esse duplo início, entretanto, não intimidou nenhuma das partes, que acreditaram no projeto a ponto de se “arriscar” num tema pouco explorado e cheio de subjetividades.  Ao contrário; viram no discurso contido na obra a oportunidade de dar vazão a uma ideia original, investindo num filme capaz de tocar um grande número de pessoas e de preencher uma lacuna social que insiste em esconder um assunto importante para boa parcela da sociedade.

Nesse processo, o presidente do Conselho de Administração da Petrobahia, o senhor Luiz Gonzaga, foi fundamental para que o patrocínio fosse concretizado. Afinal, ele já conhecia o tema abordado, já que viabilizou também o patrocínio do lançamento do livro homônimo escrito pelo Dr. Marcelo Veras, que deu origem ao filme. Aqui, às vésperas da estreia de A loucura entre nós em Salvador, dentro do XI Panorama Internacional Coisa de Cinema (no dia 31/10),  ele conversa sobre o assunto, falando sobre o reconhecimento do valor do investimento na Cultura e até dá dicas para o empresário interessado em investir no Cinema!

Como vem sendo feito o investimento da Petrobahia em projetos esportivos e socioculturais ao longo do tempo?

Luiz Gonzaga – A Petrobahia e suas empresas ligadas, a Transbahia e os Postos Gameleira, fazem o investimento com os incentivos do Faz Cultura e Faz Atleta, do Governo da Bahia, e da Lei Rouanet, do Governo Federal. Pelos incentivos do Estado, foram inúmeros projetos culturais em teatro, discos, livros, apresentação de orquestra, shows musicais; em projetos esportivos, competições de corridas de rua, ralis de automóveis, karts, velocidade na terra e outras modalidades, em convênio com a Federação de Automobilismo da Bahia.

Pela Lei Rouanet foram realizados projetos de livros infantis, literatura em quadrinhos, com temas ligados à cidadania, como combate às drogas, ao fumo, como evitar o câncer de mama. Esses livros foram distribuídos com grande sucesso em escolas e associações, e deu origem a um seriado da TV Globo, pela qualidade do conteúdo. Outro livro que lançamos foi “A loucura entre nós”, do Dr. Marcelo Veras, que originou o filme com o mesmo nome e que ganha telas do cinema no Brasil, após sua estreia no Festival Internacional de Curitiba, no Paraná, e depois do seu lançamento em Paris, este ano.

Na área cultural, vale destacar também o apoio, sem patrocínio oficial, ao livro da biografia do Octávio Mangabeira, de autoria de Paulo Segundo da Costa, com assuntos inéditos. O biografado foi o maior dos governadores da Bahia, pela competência, trabalho e honestidade, considerado democrata irredutível, um verdadeiro estadista.

Como é feita a escolha dos projetos assistidos pela empresa? Existe uma equipe que decide o que será patrocinado ou a escolha é feita a partir de algum tipo de identificação com o projeto?

Luiz Gonzaga – A escolha é feita pela Diretoria, em função do custo, do conteúdo, da idoneidade do promotor dos projetos. Vamos criar uma comissão assessora, composta de técnicos, mesmo de fora da empresa, para seleção desses projetos, com exame de conteúdo mais detalhado, a partir deste ano.

Como o projeto de patrocínio do filme “A loucura entre nós” chegou até o Senhor? O que lhe chamou atenção nele?

Luiz Gonzaga – O título e, depois, a proximidade do autor escritor, como um médico de visão pública, que dirigiu com competência um grande hospital psiquiátrico e uma fundação universitária pública. Depois, a confiança e a organização que nos passou a cineasta e diretora do filme.

É a primeira vez que a Petrobahia investe em cinema?

Luiz Gonzaga – Sim, a primeira vez. Tivemos enfim acesso a um projeto completo, com a documentação necessária, os procedimentos para se buscar o incentivo de forma transparente e prática.

O investimento de empresas baianas ao cinema local ainda é muito tímido, se comparada à iniciativa de mercados como o carioca ou o paulista. O Senhor credita esse fato à falta de um conhecimento maior desse tipo de investimento cultural por parte dos empresários?

Luiz Gonzaga – O investimento na Bahia é muito pequeno nessa área. Faltam informação e convencimento junto ao empresariado baiano, além de explicação sobre como funcionam os incentivos. O cinema, como o teatro, é o maior e melhor caminho para a difusão do conhecimento, da cultura, da educação, da implantação de novas práticas e hábitos para o bem comum. O Governo do Estado restringiu, na gestão anterior, o incentivo do Faz Cultura, não permitindo que empresas com o regime de substituição tributária gozem do benefício da devolução de até 80% dos projetos. E a tendência é ampliar o regime da substituição, pela facilidade do Estado arrecadar, com menor custo de fiscalização. O Governo banca programa pela televisão de excelente qualidade, na área de educação, por exemplo, mas em horário que ninguém assiste, e a conta é alta. Prova da importância da TV e do cinema como método e processo da difusão cultural e do conhecimento.

Qual é a expectativa desse novo investimento no que diz respeito ao retorno para a imagem da empresa?

Luiz Gonzaga – A expectativa é boa e grande. Desejamos apresentar o filme no mercado em que a Petrobahia atua, como distribuidora de combustíveis. Também estamos pensando em exibi-lo em alguns países, onde tivermos manifestação de apoio das Embaixadas do Brasil ou de alguma empresa.

Que benefícios a Petrobahia enxerga no investimento a um filme como “A loucura entre nós”, em médio e em longo prazo?

Luiz Gonzaga – Em dar visibilidade à prática que a Petrobahia vem tendo como uma companhia cidadã, que cumpre sua função social, que valoriza a educação, a cultura e o esporte, inserida nos desejos de melhoria da comunidade onde serve.

Diante dessa nova experiência, que conselho o senhor daria a um empresário que deseja começar a patrocinar no cinema baiano?

Luiz Gonzaga – Que dê o primeiro passo e faça uma experiência como a Petrobahia; escolha um produtor de qualidade e sério, que tenha um bom projeto, e invista! Os resultados, acreditamos, surgirão no médio e no longo prazo. Pretendemos levar essa experiência e relatar nas associações de que participamos. Vamos convidar a diretora da empresa produtora para falar dos seus projetos futuros, abrindo o caminho para a difusão da informação sobre as relações entre empresários e diretores/produtores.

Estreia em Salvador

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A loucura entre nós finalmente vai ser exibido em Salvador, dentro da Competitiva Baiana do XI Panorama Internacional Coisa de Cinema. A sessão na capital baiana, cidade que deu origem à ideia, ao desejo e à produção envolvendo as histórias – retratadas sem filtros ou julgamento – sobre os caminhos que percorremos em busca de uma aparente normalidade, acontece no dia 31 de outubro no Espaço Itaú de Cinema (Cine Glauber Rocha), às 20h, e contará com um debate com a presença da diretora Fernanda Fontes Vareille e a produtora Amanda Gracioli (Águas de Março Filmes), após a exibição.

O Panorama Internacional Coisa de Cinema é um dos principais eventos cinematográficos do estado da Bahia – e também do país – e, este ano, acontece no Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha (Salvador – BA), na Sala Walter da Silveira (Salvador – BA) e na Universidade Federal do Recôncavo Baiano (Cachoeira – BA). Os ingressos custam R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia) e R$ 30 (passaporte com direito a 10 filmes do Panorama).

Com patrocínio da Petrobahia e da Carbocloro (através do artigo 1° A da Lei 8685/93, Lei do Audiovisual) A loucura entre nós, da diretora Fernanda Vareille, faz um recorte extremamente poético sobre a vida de pessoas com passagem pelo hospital psiquiátrico Juliano Moreira, em Salvador, cujos depoimentos, histórias e relações propõem reflexões sobre os caminhos, ganhos e perdas que cada um de nós vive na busca por uma possível “normalidade”. Um documentário que quebra o isolamento de pessoas vivendo nos limites de ruptura com a realidade, abrindo uma discussão sobre os paradoxos da reinserção da loucura no mundo em geral.

Crítica do Indie Festival

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Setembro tem sido um mês agitado para a diretora Fernanda Vareille, que vem divulgando A loucura entre nós em diversos festivais. No último dia 08 foi a vez do público de Belo Horizonte lotar a sessão do filme no Cine Belas Artes 1, durante a Mostra Indie Brasil. A exibição gerou, inclusive, uma crítica feita por Nayla Avelar para o Clube da Crítica, uma atividade muito bem vinda do Indie Festival! Ela escreveu:

Quem não é louco quando despido de suas máscaras sociais? Como naqueles bonecos que caminham à noite por ruas vazias, inseridos no decorrer da história, há sempre um outro no interior de cada um“.

Para ler a crítica na íntegra, é só entrar aqui.

Crítica de Rafael Carvalho

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“A loucura emerge não como característica que rotula, mas como um embate constante para não se perder e para não se deixar perder de vista. Há quem nela sucumba e quem na multidão se infiltra, querendo ser mais um entre tantos, dignos de levar a vida adiante”.

A crítica é do jornalista baiano Rafael Carvalho, que assistiu A loucura entre nós no Festival Cachoeira Doc, na Bahia, e publicou suas impressões em seu blog, Moviola Digital. Para ler a crítica completa, entre aqui!

Fotos do Cachoeira Doc

A passagem de A loucura entre nós no Festival Cachoeira Doc, na Bahia, rendeu uma ótima experiência para a diretora Fernanda Fontes Vareille, que pela primeira vez trocou ideias com o público brasileiro sobre questões envolvendo o seu documentário. Após a sessão no charmoso Cine Teatro Cachoeirano, Fernanda e Antoine Vareille, montador do filme, responderam a perguntas do público, formado por muitas pessoas ligadas a cinema. Agora A loucura entre nós segue para o INDIE Festival (08/09), em Belo Horizonte, e para o VLAFF – Vancouver Latin American Film Festival (09/09), no Canadá. Confira abaixo algumas imagens feitas por Geovane Peixoto para o Cachoeira Doc. Para conferir outras, entre aqui.

Público aguarda início da sessão no Cachoeira Doc. Foto Geovane Peixoto.

Público aguarda início da sessão no Cachoeira Doc. Foto Geovane Peixoto.

Fernanda responde ao público após exibição de A loucura entre nós. Foto Geovane Peixoto.

Fernanda responde ao público após exibição de A loucura entre nós. Foto Geovane Peixoto.

Público no debate em Cachoeira. Foto Geovane Peixoto.

Público no debate em Cachoeira. Foto Geovane Peixoto.

Antoine Vareille no debate em Cachoeira. Foto Geovane Peixoto.

Antoine Vareille no debate em Cachoeira. Foto Geovane Peixoto.

INDIE Festival

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Logo depois de se apresentar no Festival Cachoeira Doc, na Bahia, o documentário A loucura entre nós, da Água de Marços Filmes, segue para uma sessão especial no INDIE Festival, em Belo Horizonte, onde participa da Mostra Indie Brasil, com seis filmes do cinema contemporâneo nacional. O filme será exibido no dia 08 de setembro, às 19h, no Cine Belas Artes 1 (Rua Gonçalves Dias, 1.581, Funcionários), com a presença da diretora Fernanda Vareille!

O INDIE Festival completa seus 15 anos de idade aqui e agora. Sempre em busca de reflexões sobre o cinema independente. Sem querer corresponder a nenhuma lógica externa de mercado ou a regras que determinem seu formato e escolhas, selecionou 65 filmes, de 21 países, com entrada franca em todas as sessões. A ideia é ver o público instigado, com um olhar crítico para o cinema como um todo.

O festival tem também uma programação em São Paulo, mas a Mostra Indie Brasil é restrita a Belo Horizonte. Além de A loucura entre nós, a Indie Brasil contará com Asco, estreia do paulista Ale Paschoalini; My name is now, Elza Soares, da mineira Elizabete Martins Campos; O signo das tetas, o segundo filme da trilogia concebida por Frederico Machado; Sermão dos peixes, que traz um tema pessoal para o diretor Cristiano Burlan; e Trago seu amor, uma ficção de Dellani Lima.

E para desvendar um pouco a relação de cada realizador com o fazer cinematográfico, a equipe do Festival enviou para os seis diretores dos filmes exibidos no Indie Brasil três perguntas. A primeira pergunta era sobre o filme que será exibido no Indie (como surgiu a ideia, como foi o processo de realização); depois queriam saber qual a relação do diretor com o cinema (suas referências, como surgiu o seu desejo de fazer filmes); e, por último, perguntaram sobre a experiência de ter feito o filme e os planos para o futuro. Vindos de lugares, realidades, formações e ambições distintas, as perguntas revelaram uma diversidade de projetos de cinema. Quer conferir as respostas de Fernanda Vareille? Entre aqui!

O público fala sobre o filme

O público tem sido um grande parceiro de A loucura entre nós em todos os festivais por onde ele tem sido exibido, lotando as salas no dia das sessões do filme. Foi assim no Festival Internacional Olhar de Cinema, em Curitiba, e no Pirenópolis.Doc, onde o júri popular concedeu à obra o prêmio de Melhor Longa Metragem! Aqui, um vídeo produzido em Curitiba, onde algumas pessoas comentam suas primeiras impressões após assistirem A loucura entre nós no cinema.

Prêmio de melhor longa-metragem júri popular!

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A Loucura entre nós foi um dos vencedores da primeira edição do Pirenópolis.Doc, festival de documentário brasileiro cuja primeira edição aconteceu entre os dias 06 e 09 de agosto de 2015 na cidade de Pirenópolis, em Goiás!

O filme de Fernanda Vareille recebeu o Prêmio de melhor longa-metragem da Mostra Competitiva Nacional (júri popular). Toda a equipe de A loucura entre nós agradece ao Pirenópolis.Doc, ao público que lotou a sessão e aplaudiu entusiasticamente a obra ao final da exibição, aos patrocinadores Petrobahia e da Carbocloro, e a todas as pessoas que, direta ou indiretamente, deram vida a essa obra sobre os caminhos, ganhos e perdas que cada um de nós vive na busca por uma possível “normalidade”.

Próxima parada? VI CachoeiraDoc – Festival de Documentários de Cachoeira. A 6ª edição do festival acontece entre 1º e 7 de setembro de 2015 no Cine-teatro Cachoeirano (antigo Glória) e no Centro de Artes Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, na cidade de Cachoeira, na Bahia.

Aqui, a lista de todos os filmes vencedores do Pirenópolis.Doc:

Brasil S/A, de Marcelo Pedroso
Prêmio de melhor longa-metragem da Mostra Competitiva Nacional (júri oficial)

A Loucura Entre Nós, de Fernanda Fontes
Prêmio de melhor longa-metragem da Mostra Competitiva Nacional (júri popular)

E o amor foi se tornando cada dia mais distante, de Alexander de Moraes
Prêmio de melhor curta-metragem da Mostra Competitiva Nacional (júri oficial)

La Llamada, de Gustavo Vinagre
Prêmio de melhor curta-metragem da Mostra Competitiva Nacional (júri popular)

Babilônia, de Celso Martins
Prêmio de melhor filme da Mostra Infantil (júri popular)

Gerações, de Alexandre Alves, Eliete Aparecida de Assis, Elismar Cardoso e Ilana Vitória Leal
Prêmio de melhor filme da Mostra Regional (júri popular)

La Llamada, de Gustavo Vinagre
Prêmio especial de mise en scène do real de curta-metragem

Carregador 1118, de Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques.
Prêmio especial de mise en scène do real de longa-metragem

Yorimatã, Rafael Saar,
Prêmio especial de pesquisa de longa-metragem

VI CachoeiraDoc

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As notícias boas não param de chegar. Mal anunciou a participação na Mostra Competitiva Nacional de Longas do Pirenópolis.doc que acontece entre 06 e 09 de agosto de 2015 na cidade de Pirenópolis, Goiás, a equipe de A loucura entre nós festeja a seleção do filme para o VI CachoeiraDoc – Festival de Documentários de Cachoeira, cuja 6ª edição acontece entre 1º e 7 de setembro, no Cine-teatro Cachoeirano (antigo Glória) e no Centro de Artes Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, na cidade de Cachoeira, localizada a 110 km de Salvador.

No total, dos 420 filmes inscritos na mostra, foram selecionados 13 curtas-metragens e oito médias e longas. Entre os documentários estão os baianos A loucura entre nós, de Fernanda Vareille, “Ana”, de Camila Camila, “Eu, travesti?”, de Leandro Rodrigues, e “O mar, a mata e a humanidade”, do Coletivo Cinema e Sal, todos participantes da Mostra Competitiva Nacional.

Atenção, público baiano: vamos marcar logo essa ida a Cachoeira?